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  • Foto do escritorPará Comunica

O que nos torna latinos?

Dia 15 de maio é o Dia Internacional da Latinidade


(Crédito da foto: Wix)

“Minha vida, meus mortos, meus caminhos tortos

Meu sangue latino

Minha alma cativa”

Sangue Latino - Secos e Molhados


A América Latina é composta por 33 países, entre eles o Brasil. A região do continente americano engloba países que falam línguas românicas, como espanhol, português e francês, uma vez que a região foi majoritariamente invadida por impérios coloniais dos países europeus Espanha e Portugal. A estimativa é que vivam 586 milhões de pessoas na área, de acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU).


Em 15 de maio de 1954, a União Latina era fundada por seus 12 países membros na Convenção de Madri com o intuito de promover e disseminar a cultura dos povos de origem latina. Por esse motivo, o Dia Internacional da Latinidade é comemorado em 15 de maio, data decidida em 2000 no 19° Congresso da União Latina, formado por 36 nações e realizado em Paris. Desde então são promovidas manifestações em prol da identidade cultural latina.


A identidade latina está relacionada a características como local de nascimento, lugar de infância, origem, cultura familiar, etnia e língua. A cultura latino-americana é ampla e diversa, portanto, é complexo chegar a uma definição única, cada país tem suas características e línguas diferentes são faladas em diferentes regiões. Sendo assim, muitos brasileiros não se consideram latinos, apesar de serem, dado que o Brasil está localizado na América Latina e conta com uma uma formação de identidade nacional similar a dos demais países, pautada na colonização e escravidão.


Os povos da América Latina contam com um passado exploratório em comum. Muitos dos países foram saqueados pelos europeus e depois serviram de celeiro voltadas à exportação, tocadas pelo trabalho escravo. Tais fatos causaram inúmeras consequências, o que causa prejuízos que permanecem até hoje. Aimé Césaire. poeta e filósofo da Martinica, foi dos primeiros a anunciar a herança de horror. Em seu "Discurso sobre o Colonialismo", uma conferência que fez em 1955, ele aponta: "...que, de todas as expedições coloniais acumuladas, de todos estatutos coloniais elaborados, de todas as circulares ministeriais expedidas, é impossível resultar um só valor humano".O que resulta, em comum, países que ainda lidam com desigualdades sociais extremas e outras econômicas muito fortes por causa da concentração de renda e terras nas mãos de poucos.


No entanto, juntos somos mais fortes, como já dizia o poeta Ferreira Gullar em Nós, latino-americanos, “Somos todos irmãos / não porque tenhamos / o mesmo braço, o mesmo sobrenome: / temos um mesmo trajeto / de sanha e fome”.


O período de exploração foi responsável por apagar parte da história dos povos originários que já ocupavam as Américas antes da chegada dos europeus, eles quiseram impor seus costumes e crenças, apagando toda a história e cultura existente até então e ainda fizeram com que povos desaparecessem por completo. Alguns estudos arqueológicos apontam que os primeiros povos da América eram nômades, caçadores e coletores e tinham muitas características físicas semelhantes às de povos da África, Austrália e de povos mongóis.

Pesquisas genéticas mostram que existe um paralelo entre o DNA dos povos indígenas americanos e esses povos. Atualmente, com o avanço da tecnologia, todos podem realizar testes genéticos e descobrir mais a fundo sobre suas raízes. O meuDNA Origens é o teste de ancestralidade com o maior número de populações, em que são consideradas 88 povos ao redor do mundo. O teste traz a possibilidade de conhecer a história do seu DNA até oito gerações anteriores, o equivalente aos bisavós dos tataravós. Ele gera resultados detalhados e oferece conteúdos exclusivos sobre a cultura e as tradições de cada região, assim como a chegada dos povos ao nosso país.

Muitos brasileiros são descendentes de povos originários da América, igualmente, de imigrantes europeus e de outros continentes. Desse modo, nós brasileiros desfrutamos de muita miscigenação em nosso DNA, como bons latino-americanos.

Já cantava Belchior, “Eu sou apenas um rapaz latino-americano / Sem dinheiro no banco sem parentes importantes / E vindo do interior”.

Sobre o meuDNA Origens

O meuDNA Origens é o único teste focado no público brasileiro e que analisa até 8 gerações anteriores, o que representa os bisavós dos tataravós. O teste identifica as variações genéticas espalhadas pelo DNA de cada pessoa, e compara com as variações características de diferentes povos e catalogadas em um extenso banco de dados. São consideradas 88 populações ao redor do mundo. Os resultados, que podem levar até seis semanas para saírem, também vêm acompanhados de informações sobre a história e cultura de cada povo.


Por Assessoria de Imprensa

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