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  • Foto do escritorRosiane Rodrigues

Parceria Mateus e Friboi garante carnes da melhor qualidade aos clientes

Em Belém ou São Luís, a carne é a mesma que segue um padrão internacional de exportação

Já parou pra pensar de onde vem a carne que você come no churrasco ou no hambúrguer? O Grupo Mateus se preocupa com cada etapa que essa carne passa, desde o pasto em que o boi foi criado até a forma como a carne chega à loja. Para que esse processo seja feito com segurança e qualidade é preciso que a empresa fornecedora de carne também seja comprometida em oferecer um produto especial.


Joaquim Dias Borges Neto, coordenador de compras de carnes e pescados do Grupo Mateus, trabalha há 17 anos na empresa, segundo ele as carnes vendidas nas lojas do Mateus são todas inspecionadas e de origem rastreada.


“Nós nos preocupamos com procedência e rastreabilidade, as nossas carnes são inspecionadas com selo do Serviço de Inspeção Federal ou Inspeção Municipal, dessa forma a gente busca garantir a qualidade que a gente oferece aos nossos clientes. Para dar conta de abastecer todas as lojas os fornecedores também precisam nos atender com uma excelência de logística, de forma que também possamos levar os melhores preços para os nossos consumidores. A Friboi é uma dessas empresas parceiras, que atende toda a nossa rede de lojas”, explica o coordenador.


Antes de abrir uma loja em uma nova cidade, Joaquim pesquisa os hábitos do lugar, para entender que tipo carne ou cortes as pessoas gostam de consumir.


“Respeitamos a cultura dessa cidade, procuramos entender a variedade de cortes que existe para que a gente possa levar para essa cidade a cultura que já existe e inovar com algumas coisas que não existem, e para isso buscamos fornecedores que possam atender essa demanda diversificada que é a natureza da nossa rede”, avalia Joaquim.


Friboi


A Friboi é uma empresa fundada em 1953 e tem um histórico muito importante no mercado de carnes, com uma plataforma de distribuição que hoje consegue atender qualquer região do Brasil. São 34 fábricas, sendo 5 no norte, e as fábricas do Pará abastecem as demandas de carnes do Estado do Maranhão com as melhores carnes disponíveis no mercado.


Para Rodrigo Galhardi, diretor comercial da Friboi, a empresa conta com os melhores fornecedores, para conseguir garantir o melhor gado para os clientes. “Nossas fábricas obedecem normas rígidas de qualidade, independente se a carne for para mercado interno ou exportação, todas elas atendem os mesmos requisitos de qualidade e de processo de produção. Um cliente de Belém ou de São Luís, está comprando um produto que tem o mesmo nível e padrão de qualidade que a carne exportada para os principais países da Europa, para China e para os Estados Unidos”.


Rodrigo acrescenta que a Friboi tem investido em logística. “Queremos garantir que não falte nenhum produto para as lojas do Grupo Mateus, principalmente nesse período de expansão do Grupo”.


Preocupação Ambiental


A Friboi ainda agrega questões sociais e ambientais como valores para a própria empresa e fornecedores. “Hoje nós estamos falando muito em questões socioambientais e de governança e a Friboi traz para dentro do negócio algo que é exclusivo nesse âmbito nacional, desde 2007 estamos fazendo um mapeamento via satélite de 100% das fazendas que fornecem gado para Friboi e nós verificamos se a fazenda tem algum risco, se ela gerou qualquer situação de desmatamento que possa comprometer qualquer risco para o Mateus ou para outro varejista, cabível inclusive multa se um supermercado ou frigorífico for identificado vendendo uma carne que tenha vindo de uma fazenda com desmatamento ou trabalho escravo”, conta o diretor.


A Friboi também firmou um compromisso com a sociedade para zerar as emissões de carbono de toda sua cadeia até 2040. Um dos investimentos nessa redução está sendo feito no trabalho com os produtores para fazer toda essa compensação de forma natural na produção do gado, “o gado emite o carbono pela digestão e dependendo da forma que o produtor trabalhe o seu manejo de pasto é possível não emitir carbono”, espera Rodrigo.



Por Melina Marcelino

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